sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Aprendendo grandes lições com uma mãe aflita



E, partindo Jesus dali, foi para as partes de Tiro e de Sidom.
E eis que uma mulher cananéia, que saíra daquelas cercanias, clamou, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim, que minha filha está miseravelmente endemoninhada.
Mas ele não lhe respondeu palavra. E os seus discípulos, chegando ao pé dele, rogaram-lhe, dizendo: Despede-a, que vem gritando atrás de nós.
E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.
Então chegou ela, e adorou-o, dizendo: Senhor, socorre-me!
Ele, porém, respondendo, disse: Não é bom pegar no pão dos filhos e deitá-lo aos cachorrinhos.
E ela disse: Sim, Senhor, mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores.
Então respondeu Jesus, e disse-lhe: O mulher, grande é a tua fé! Seja isso feito para contigo como tu desejas. E desde aquela hora a sua filha ficou sã.

Estudo Por Frankcimarks Oliveira

I- Buscou a Jesus através do clamor(V.22)


Ela entendeu que só Jesus poderia resolver seu problema. Não buscou outra ajuda se não a do Filho de Daví, ou seja , ela reconheceu em Jesus sua descendência real, coisa que nem mesmo muitos judeus tinham feito. Essa mulher era gentia, pertencia as regiões de tiro e Sidon, por isso havia certa rivalidade entre os discipulos de Jesus e aquela probre mãe aflita. Eram os cananeus quem habitavam na terra prometida antes de Josué tomá-la. Por isso se ouvia: Mestre, despede esta mulher porque vem gritando atrás de nós, isso chama-se preconceito e descriminação racial.

Jesus faz silêncio e não lhe responde nada. Todos nós temos muitas vezes de enfrentar o silêncio de Deus, mas aprenda mais uma lição com essa mãe:

II- Adorou ao Senhor Jesus, prostrou-se diante dele, a seus pés, implorando por socorro!(v.25)

Vemos que esta mãe estava disposta a pagar um preço por sua filha oprimida, para que esta fôsse liberta das mãos do inimigo. A mulher cananéia não mediu esforços para conseguir o que queria.
Primeiro enfrentou um silêncio "horrível" da parte do Mestre e depois foi rejeitada pelos discipulos de Jesus. Estes fizeram oposição a vitória que aquela mulher fora buscar.
Ela não DESISTE! Rompe o silêncio, o desprezo da multidão( Sempre existe uma multidão para a trapalhar-nos e nos fazer parar). Ela decide adorar a Cristo!
E você o que tem decidido fazer em relação a Cristo? Diante de tantos problemas, adiversidades, frustrações, qual sua posição? Sua família está sendo aprisionada por Satanás? Seus filhos, marido, esposa?
Só há uma coisa a fazer: Buscar a Cristo e perseverar na adoração até que ele responda e corresponda a sua fé.

III- Passou pela prova do Senhor ao humilhar-se diante dele(V.24,26,27)

O Senhor sempre nos provará. Neste caso lançou uma palavra que até mesmo poderia nos "desanimar" : Eu fui enviado somente aos filhos da casa de Israel.
Ele estava dizendo que primeiramente tinha vindo para os filhos de Israel( Ele veio para os seus, mas os seus não o receberam, mas a todos quanto o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus)
Nem com aquela frase essa mãe desiste.
Persevere querido(a)! Talvez você esteja sendo provado pelo Senhor.
Obeserve a atitude desta mãe:

Jesus lhe diz:Não é bom pegar no pão dos filhos e deitá-lo aos cachorrinhos.
E ela disse: Sim, Senhor, mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores.


Ela se põe no lugar dos cachirrinhos que perambulavam as mesas de seus donos nas horas de refeições para comer alguma sobra. Exatamente isso!
Ela conseguiu chamar a atenção de Jesus Cristo, pois reconheceu que não era nada e que dependia da boa vontade de seu Senhor. Essa mãe reconheceu seu lugar e humilhou-se diante do Grande eu Sou.
A resposta de tudo isso?

Então respondeu Jesus, e disse-lhe: O mulher, grande é a tua fé! Seja isso feito para contigo como tu desejas. E desde aquela hora a sua filha ficou sã.

1- O segredo é clamar, orar sem cessar.
2- Perseverar no silencio, não parar diante de barreiras( neste caso os discipulos)
3-Adorar antes mesmo de receber o que tanto quero
4-Humilhar-me diante de Deus e colocar-me no meu lugar de servo
5-Ter fé naquele que tudo pode e que tudo executa.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Sete Goles de um Cálice de Dor



E, indo um pouco mais para diante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres.E, indo segunda vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade.(Mateus 26.39,42)

 Por  Frankcimarks Oliveira

Uma Análise das várias etapas do sofrimento de Cristo

I- Um momento de prazer antes do Cálice

a - Comunhão com seus discípulos na última ceia (Mateus 26.20)
b-Adoração através de louvores: Entoação de um hino    (Mateus 26.30)

II-As etapas do Martírio:

1-O Primeiro gole : Grande angústia acompanhada de indiferença por parte dos discípulos (Mateus 26.36-38,40)

2-O Segundo gole: A traição de Judas (Mateus 26.47-50).

3-O Terceiro gole: Condenação Religiosa com agressão física e humilhação em público (Mateus 26.67-68),

4-O Quarto gole: A negação de Pedro (Mateus 26.69-75)

5-O Quinto gole: Condenação Política e popular. Cristo sente a dor da rejeição de seu povo, a indiferença das autoridades políticas      (Mateus 27.15-26)

 6- O Sexto gole: O Escárnio dos soldados romanos. As forças militares agrediram física e emocionalmente a Cristo expondo-o a vexação e ao constrangimento diante de todos (Mateus 27.27-31)

7- O Sétimo gole: A crucificação. (Mateus 27.35,38)

Entender o Cálice de Cristo faz-me compreender que seu sofrimento foi bem maior que nossa mente possa captar. Achamos que sua dor foi ali na cruz, porém os evangelistas  mostram que seu cálice começou a ser degustado ali no monte das Oliveiras. Sua alma estava num stress incalculável, Jesus chegou a suar gotas de sangue enquanto orava ao Pai.

Cristo partilhara seus sentimentos com seus amigos, sempre dizia que viera para dar sua vida em resgate de muitos, mas nesta última ceia vemos um clima mais tenso, de tristeza, de muita angústia. Primeiro da parte de Cristo que já contemplava seu cálice de Dor, depois da parte dos discípulos, que temiam o que estava por vir Ainda assim percebemos que Jesus alegrou-se por estar com seus amigos, pois até cantou um hino de louvor.

No entanto, percebemos que os discípulos não vislumbravam perfeitamente o que estava acontecendo, se contemplavam ,não queriam aceitar a realidade, pois dormiam enquanto Raboni sofria de solidão.
Alguns psicólogos dizem que o ato de dormir era resultado do medo que eles sentiam de perder o meigo Nazareno, era uma forma de anestésico, o único modo de não vivenciar a verdade nua e crua.

Quantos hoje não usam deste artifício para fugir de suas realidades? Porém O Senhor  ensina-nos encarar os fatos, com coragem de um guerreiro. Ele não fugiu dos soldados, pelo contrário, quando interrogado disse: Sou eu a quem vocês procuram!


Precisamos aprender muito com o Mestre da Galiléia! Mesmo tendo o poder de invocar legiões de miríades celestes não o fez, foi forte! Jesus sentiu uma dor em sua alma, uma tristeza negra e profunda ao ponto de ser chamada até a morte. Ninguém estava ali para consolá-lo.

 . Jesus jantou, cantou, aproveitou os últimos instantes de sua vida fazendo o que lhe dava prazer: Estar com seus amigos!      Creio que o Mestre queria deixar uma boa lembrança na mente de seus discípulos, queria que se lembrassem do quanto ele valorizava esses momentos em volta da mesa, bem junto deles.

Infelizmente nos momentos mais difíceis de nossas vidas, nem mesmo aqueles que estão em nossa volta podem ajudar-nos. Somos apenas nós e Deus....É o momento em que a azeitona exprimirá seu azeite. Não é a toa que o Senhor estava naquele horto chamado monte das oliveiras  ou lugar do lagar, lugar onde se imprensa a azeitona. Jesus foi exprimido na moinha da vida, com grande ímpeto, sua carne foi dilacerada para que depois de feito tudo  ele pudesse derramar seu azeite, ou seja, seu Espírito Santo.

Foi na oração que Cristo encontrou um conforto naquele momento tão difícil de sua vida terrena. Orou por três vezes, , incansavelmente. Não bastava sua emoção estar abalada ao contemplar aquele cálice em sua mente, creio que enquanto orava, enxergava a via dolorosa em seus pensamentos. 

Para abalar um pouco mais seu sentimento, um amigo seu o trairia com um gesto cotidiano em seu relacionamento: Um beijo. Digo isso sem medo de errar. Judas traiu Jesus da pior forma possível, pois usou a própria intimidade que tinha com o Mestre Jesus. Era um costume daquele povo  cumprimentar-se com ósculo santo, lavar os pés dos visitantes e etc. .. Quando recebeu o beijo, Cristo chamou Judas de amigo.. .isso explica sua dor.                  Ser entregue por um inimigo não dói, porém ser traído por um amigo dói muito.

 Muitos falam de Judas como se ele sempre fosse um vilão. Entenda uma coisa, Judas ao ver Cristo sentiu um  revolução em sua alma, pois ali estava o desejado de todas as nações em sua frente, o cumprimento das profecias de seu povo, a chance de libertação do jugo romano, e foi por não ver o reino político do Messias na terra vigorar que Judas decepcionou-se e muito com aquele que outrora incendiara sua vida de esperança.

Ele perdeu a visão do céu e vendeu o rei da glória como um simples escravo ( 30 moedas)...Jesus havia perdido o seu valor para Iscariotes. É triste quando as pessoas desvalorizam o Senhor por não esperarem suas promessas e por se precipitarem em suas ações carnais. Deixa o Deus do tempo agir na hora certa! 

O beijo de Judas foi como uma faca afiada, não na carne de Jesus, mas em seu sentimento, que já estava bem abalado pela angústia da morte. Estes fatos vão ocorrendo quase que simultaneamente, imagina administrar todo este caos, saber lidar com tantas perdas e frustrações ao mesmo tempo.   
      
Dizem que é pior morrer aos poucos que morrer de uma só vez. Não houve um "tiro" de misericórdia com Cristo. Ele foi sentindo o gosto do sofrimento, da solidão, da angustia, da traição, da humilhação, do desprezo, da indiferença aos pouquinhos. Foram matando o Mestre de forma lenta e gradual, ao ponto de percebermos sete goles de um cálice de dor. 

Pedro também o traiu,. Pedro não negou Jesus diante de chefes religiosos e nem políticos, mas negou-o diante de uma vendedora de púrpura e de homens simples. Pedro o negara por três vezes. Lucas diz que na hora em que o pescador o negara, Jesus fitou nele seu olhar, como se dissesse: Não temas, eu te perdoou e mesmo assim te amo...

 Depois de tantos goles vemos um Cristo forte, que até mesmo na cruz rejeitara beber vinagre com fel, que servia de anestésico naqueles dias. Cristo foi o Senhor forte nas batalhas. Agüentou até o fim, já havia bebido seis goles, não desistiria no sétimo! Jesus quis sentir cada momento de dor, pois o que fez foi por amor, então valia a pena. Imagino o Senhor tendo de enfrentar aquela multidão, que preferiria um assassino truculento ao meigo Rabi da Judéia que ensinara sobre o amor e o perdão, ensinara sobre servir a Deus e adorá-lo e amá-lo como Pai. 

Barrabás deixara seu legado de injustiça. Cristo deixara seu testemunho de vida santa. Mesmo assim escolheram o engano e desprezaram a verdade. Geralmente isso sempre ocorre nas eleições humanas. Jesus morreria por um povo que não lhe dava honra, não o respeitava e que queria sua morte. Por fim ali na cruz a vergonha e a humilhação. Cristo fora condenado como um criminoso, pois ao seu lado estavam ladrões, salteadores. O pior é que puseram-no no meio de dois, é como se Cristo fosse o pior de todos, o líder dos criminosos e rebeldes de sua época. 

Em os sete goles de um cálice de dor percebemos que o sacrifício de Cristo vai além da compreensão humana. Sua dor, seu sentimento e sua coragem foram eternizadas . Quero terminar com o último gole:

 E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. (João 19.30)

Ao ver que já estava para morrer, Cristo bebe o vinagre, o que antes não fez, para sentir toda nossa culpa. Em ato profético ele demonstra que bebeu todo o cálice que Deus havia preparado. Cálice na bíblia nos revela muitas vezes a ira de Deus, ou seja, a ira que estava preparada para nós bebermos, Cristo bebeu por nós em sete goles terríveis para nos proporcionar a salvação. Com Gosto de vinagre nos lábios ele diz: Está feito, está consumado. Bebi todo o cálice de Deus para salvar os pecadores. Aquilo que eu tinha pra fazer  eu fiz, cumpri minha missão. Ele bebeu o cálice da ira divina para que pudéssemos beber do cálice da Salvação, como disse o salmista:
Que darei eu ao SENHOR, por todos os benefícios que me tem feito? Tomarei o cálice da salvação, e invocarei o nome do SENHOR. (Salmos 116:12-13)






sábado, 2 de outubro de 2010

O Salmo 24- Jesus é o rei da Glória!



O Salmo 24: Jesus é o rei da Glória!

Levantai, ó portas, as vossas cabeças; levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória.Quem é este Rei da Glória? O SENHOR forte e poderoso, o SENHOR poderoso na guerra. Levantai, ó portas, as vossas cabeças, levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória. Quem é este Rei da Glória? O SENHOR dos Exércitos, ele é o Rei da Glória. (Salmo 24.7-10)
Por Frankcimarks Oliveira

Não há espaço para dois reis no meio do povo de Deus!

Gostaria de glorificar a Cristo com um cântico muito conhecido: O salmo 24. Fiquemos com apenas alguns versos deste belo louvor de exaltação ao Deus de Jacó, o Deus da Salvação, que é dono do mundo e de tudo o que nele há, que nos abriu caminho para subirmos ao monte ao seu Santo Monte, limpou-nos de toda injustiça com seu próprio sangue. Lavou nossas mãos ( símbolo das ações externas cometidas pelos homens)e nosso coração( símbolo dos sentimentos ocultos e interiores do homem, a fonte de todo os pensamentos:( Morte, adultério,violência ,etc.)

 Com estas palavras começa o salmista  seu hino de adoração ao Senhor. O prefácio  mostra-nos o autor do poema: o rei Davi!  Aqui já cabe-nos  uma atenção dobrada e uma rápida reflexão:, Davi era um servo adorador do verdadeiro Deus, o Deus de Jacó. Não servia a deuses estranhos, mas louvava ao Dono da vida, Àquele que lhe criou. Feliz a nação liderada por um servo de Jesus .Um chefe que dê testemunho e exemplo diante de toda a nação será uma bênção para seu povo

. Muitos dizem que o poema refere-se na verdade a entrada da arca da aliança em Jerusalém.  Sabemos que Davi trouxe a arca de fato para Jerusalém. Este rei muito se alegrou ao receber o símbolo da presença do verdadeiro Rei, o Rei da Glória.

Davi foi consciente de que era um mero rei terreno, limitado e passageiro, porém diante da presença do verdadeiro Rei ele bailava com todas suas forças, despojava-se de suas roupas reais, pulava como uma corsa,
Imagino Davi bradando com grande Júbilo: “Abram as portas de Jerusalém  para que a saudosa arca de Deus entre, pois há  muito que eu desejava este momento. A arca do Deus que vence nossas guerras, forte e poderoso na batalha, Ele é o Senhor dos Exércitos”. 

Precisamos diante deste Rei da Glória  despir-nos de nossos títulos, diplomas, cargos eclesiásticos.Precisamos  despir-nos de nossa honra humana e terrena diante daquele que merece toda a honra e glória.
Davi ao ver a arca chegando a Jerusalém começou a se despir. Só pode haver um rei em uma nação. Dois reis não podem ocupar o mesmo espaço. Davi sabia disso. Antes de ser rei, Davi era um servo adorador.  Não deixe que seus títulos te engessem, não  permita que a verdadeira adoração extravagante fique adormecida em ti por causa de seu status na sociedade. Na presença do Senhor não há Grandes ou pequenos, apenas existem adoradores! 

Mas não é sobre isso que quero falar. Quero falar sobre o único e verdadeiro Rei: Jesus de Nazaré. Imagino também depois de consumado sua obra de salvação aqui na terra, Jesus ascendendo aos céus, subindo envolto a nuvem, ali em atos primeiro, com os apóstolos olhando para cima e com os anjos dizendo:
Homens galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.( Atos 1.11)
 
O salmista já entoava em suas melodias:

 Deus subiu com júbilo, o SENHOR subiu ao som de trombeta.     (Sl 47.5)
 
O salmo 47 fala-nos de um rei altíssimo que deve ser louvado com triunfo. A palavra triunfo significa vitória, mas vitória de que? Vitória sobre o pecado, sobre a morte e sobre o inferno! Jesus subiu ao céu vitorioso, como rei da glória, o Senhor dos exércitos que venceu as batalhas aqui no mundo e fez-nos  mais que vencedores.

Imagino também o espanto dos anjos nos céus quando o Senhor chegou na nova Jerusalém. O Mestre está subindo ao encontro do Pai nas alturas e diante dos portais se ouve o grito de comando: “Que se abram as portas eternas para que entre o Rei da glória. Logo os anjos perguntam: Mas que rei da glória? -Outros respondem: O Senhor forte e poderoso na batalha (que venceu Satanás).”

 Este primeiro cântico, creio eu,  já foi entoado no céu, ocorreu quando Cristo voltou para sua glória junto do Pai, aquela que ele tinha antes da fundação do mundo. Mais uma vez ouve-se o grito de comando:” Que se abram os portões antigos, para que entre o rei da glória. Mais uma vez um coral de anjos perguntam: Quem é este rei?- Outros respondem: O Senhor dos exércitos, ele é o rei da glória! “Este ainda será entoado, quando os exércitos de Cristo        ( a igreja do cordeiro) for arrebatada e subir aos céus junto do seu comandante, o Grande General, que não perde em questão.
Ambas as interpretações estão corretas, pois ambas encontram subsídios bíblicos. O Rei da glória virá sobre as nuvens do céu com grande poder e grande glória . Jesus está voltando!